Caneco 70
- Nando Reis
Key: A A ·
Orig: A ·
Capo:
·
Time: 4/4 ·
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chord-pro
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A
Tudo comeá§ou em Goiá¢nia
Depois um beijo em Lauro de Freitas
Eu estava vindo de Uberlá¢ndia
E te encontrei ainda um pouco báªbado
C D
Tocamos numa tenda de circo
A Em
No autá³dromo, uma festa surreal
D
No meio do show fiz um discurso
A
Dizendo que as borboletas te faziam infernal
Em
Deitados juntos pela primeira vez
G F#m
E o dia seguinte foi tá£o gostoso
A
Que parece que ainda ná£o terminou
Refro
D
Ná£o sei quantas vezes te deixei bem triste
A C
Ná£o sei se comigo foi feliz, ou ná£o
D
Ná£o sou exatamente o cara mais fá¡cil que existe
E G
Mas posso te dizer que para sempre
E A G
Te trarei dentro do meu coraá§á£o
A
De lá¡ fomos pra Ribeirá£o Preto
No dia 12 quando já¡ namoravamos
O show foi dentro de um shopping center
E na batera estava o Maurá£o
C D
Ganhei uma calá§a de veludo preto
A
Que ainda hoje á© muito larga
C D D9
Tivemos que acordar muito cedo
Cm A
Voc᪠tá£o linda, sempre gostou da estrada
E
O amor as vezes ná£o tem segredo
G
በum pasto imenso e verde
F#m A E
Cheio de muitas vacas
A
Passamos voando por Campo Grande
C A
E uma camisa nova tirei da mala
A
Fizemos amor no calor mais intenso
C A
De manhá£, e de tarde e de novo de madrugada
D
Depois na praia de Fortaleza
A
Te contei um segredo que te deixou bem brava
D
Voltamos pro hotel num clima tá£o tenso
A
Voc᪠queria ir embora pra casa
E
Mas como sempre, eu te mostrei o outro lado do medo
G F#m A
E voc᪠me mostrou que gostava de ser modificada
Refro
A
Em Porto Alegre nossa vida definitivamente mudou
Todas as vezes que pisamos na cidade
Uma paixá£o que sempre me acompanhou
E a grande tentaá§á£o de minha outra metade
D
Sei que ná£o devia nunca ter feito aquilo
A
Meu pai estava dentro da sua casa
D
Ná£o sei exatamente porque fiz aquilo
A
Sá³ sei que foi uma puta d'uma cagada
E
Voc᪠tem toda razá£o de ficar repetindo
G F#m A
Porque voc᪠manchou a nossa colcha sagrada
A
Rio de Janeiro á© a sua cidade
E aquele apartamento para mim á© o Leblon
በtá£o lindo ver o mato sobre a copa das á¡rvores
E as amendoeiras encobrindo o chá£o
D
Em plena quarta-feira ir no cinema bem tarde
A
Comprar pá£ozinho quente pro cafá© da manhá£
D
Com queijo e manteiga na cozinha sentados
A
Eu lendo jornal e voc᪠falando ao telefone
E
Teriamos futuro se eu ná£o fosse um selvagem
G F#m A
E passeariamos velhinhos em pleno domingo no calá§adá£o
Refro
Em Sá£o Paulo eu nasci, eu cresci, eu morrerei
Cidade feliz, cinza e linda em sua desobediáªncia
Da Santa Cristina pra Agostinho, Candáº
Da Vila do Itaim, pra Vila Madalena
D
Eu acho muito triste ver os rios poluidos
A Am
Eu acho lindo ver o meu time entrando em campo
D
Eu acho que nasci procurando o infinito
A
E acho que nasci sem muita paciáªncia
E
Meus filhos sá£o os cálios que protegem meus olhos
G F#m
Sou filho de Cecália e de Zá© carlos, já¡ vou indo
A
Me dá¡ licená§a
Refro











